#7 - Amarelo
Lugar nenhum,Entre o vazio e a alma 05 de janeiro de 2011
"Não espio nada pela janela.
"Não espio nada pela janela.
E, ele, está me esperando pro jantar,
Com um belo prato de vazio,
Servido bem frio,
Pra me esquentar o estômago.
Não tenho sono,
Encontro a insônia deitada na cama a me esperar.
Ela me beija e me abraça,
Deixando um gosto amargo na minha boca,
E um frio na espinha.
Depois, ela, adormece calmamente no meu colo, como uma criança.
E, enquanto ela dorme,
Eu fico acordada velando o teu sono,
Sonhando em sonhar os teus sonhos.
E, encarando os olhos tão cálidos da solidão,
Que me venho fazer companhia,
Ela senta ao meu lado,
Afaga os meus cabelos,
Me dizendo um silencio ao pé do ouvido.
Eu vejo o meu reflexo refletido, tão claramente,
Na escuridão dos olhos dela.
O rosto dela se parece tanto com o meu...
-Sim sou eu.
Ela me diz, sussurrando em silêncio, e me sorrindo amarelo.
Sorrio de volta; então;
Como se fosse um silêncio,
Nesses versos amarelados"
Até mais.
Atenciosamente,
...
Até mais.
Atenciosamente,
...
Olá poetiza, como consegues com tanta facilidade que estas ideias saiam de sua alma para a tela ou papel? como ja teb disse, são mais que rascunhos, são anseios livres de qualquer pressão ou duvida!
ResponderExcluircontinues assim poetiza!
valeu sonhadora
Abraços de um suburbano que não deixa de sonhar
Nossa Mirtes,que lindo,
ResponderExcluircada vez que venho aqui,suas poesias estão cada vez melhores,mais profundas,
ás vezes nem comento por não saber o que falar mesmo,
eterna sonhadora mesmo,
hahah
____________
bjos
Pô Mirtz, desse jeito não vou mais conseguir comentar nesse blog, cada vez melhor, cada vez mais poético, mais lírico, mais bonito...
ResponderExcluirsó tenho que agradecer por você compartilhar todos esses sentimentos com a gente...
Valeu!