(reeditado)
se dissipa e me dissipa,
o tempo
tempo...
tempo é raso,
falho e
ilusório.
o que nos move,
dos pés
à
cabeça,
nos
g
i r
a
muito além dos ponteiros
de qualquer relógio...
tempo,
tempo nem existe, meu bem.
e eu não dou a minima...
a medida certa e inexata
de qualquer palavra,
é uma vertigem de silêncio e caos.
a medida que me foge pelos versos...
escrever é tão vão.
e vão...
me escorrer a alma por entre os dedos,
me escorrer
no peito...
e os versos,
pelas mãos
me silenciam
e gritam...
vertigem de silencio e caos...
o coração que me pulsa e pára,
não pára,
exato.
e é tempo também...
tempo?
só corre,
e
e
s
c
o
r
r
e
é vertigem de relógio... só corre.
e o peito
me vai,
desmedido,
é poesia ... e só corre...
tempo.
tempo nem existe, meu bem...
falho e
ilusório.
o que nos move,
dos pés
à
cabeça,
nos
g
i r
a
muito além dos ponteiros
de qualquer relógio...
tempo,
tempo nem existe, meu bem.
e eu não dou a minima...
a medida certa e inexata
de qualquer palavra,
é uma vertigem de silêncio e caos.
a medida que me foge pelos versos...
escrever é tão vão.
e vão...
me escorrer a alma por entre os dedos,
me escorrer
no peito...
e os versos,
pelas mãos
me silenciam
e gritam...
vertigem de silencio e caos...
o coração que me pulsa e pára,
não pára,
exato.
e é tempo também...
tempo?
só corre,
e
e
s
c
o
r
r
e
é vertigem de relógio... só corre.
e o peito
me vai,
desmedido,
é poesia ... e só corre...
tempo.
tempo nem existe, meu bem...