são dias difíceis de escrever,
ver,
ou sentir...
o nada,
que me esvazia,
o corpo,
a mente e a alma...
me preencho no peito,
e a folha
de coisa nenhuma.
afundo minha cabeça no travesseiro.
afundo meus olhos no vazio do quarto,
e da vida.
há um intervalo na minha consciência,
um bloqueio,
feito,
buraco e vazio,
na vida e no peito.