quarta-feira, 4 de abril de 2018

santos

14 de fevereiro de 201(e não lembro mais)

a estrada que liga 
são paulo 

santos,

a estrada que me liga a qualquer outra estrada...

o vento é o mesmo vento.

o sorriso,
os olhos

e o tempo...

o mesmo tempo,

em outras 
linhas

de outros 
versos...

tira
tijolo 
por
tijolo

me des
         constrói 
naquele muro 
nosso.

deita no meu colo,
uma vez mais,

o meu
e o teu 

silêncio,

me perdoa o medo,
te perdoo a pressa...

somos sós 
a sós.

inevitavelmente sós.

deita mais perto,
adormece 
o meu 
silencio
no teu peito,

somos sós a sós.

amavelmente 
sós.






Um comentário:

  1. Do horizonte ao zenith, teu poema tem uma beleza de nuvens que atravessam os céus de todos os amores.
    Abraço.

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