segunda-feira, 16 de maio de 2011

[...]

Um a um,
Dois a dois... São sempre tão crus...

Não vejo os minutos,
mas sei que eles passam.

Deveria fumar um cigarro,
quem sabe um pouco de fumaça,
me faria mais atrativa.

Talvez um copo ou dois de uísque... Escreveria melhor... Não; obrigada, não bebo...
Clichês sempre me deram náuseas... Ironias também...

Há uma vontade, de partir (-me), em mim,
o que sou,
e esvair-me devagar,

 g
  o    t  
      a  
               p      
                    o   r       
                              g
                           o
                        t    
                                a,

Meu peito arde, e me sufoca lentamente... Verso.

Estou tão crua... Sou.

Isso: De achar que a gente escreve é; simplesmente; uma... Porcaria.

3 comentários:

  1. Já escrevi uns textos com letrinhas caindo, rs, é muito bacana.

    Você, profundamente complexa como sempre.

    Sempre ótima.







    Em relação a sua pergunta lá no meu blog, aquele tipo de coisa acontece, sim...

    ... aconteceu...

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  2. Eu amei o desfecho que você deu à sua poesia!

    "Isso: De achar que a gente escreve é;simplesmente; uma... Porcaria."

    Parabéns, ler seu blog é sempre um prazer imenso!

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  3. Pois é... Sinto naúseas quando tento fazer irônias... Ai...

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