E, é sempre tão agradável,
não é mesmo ?
Bum!
Dar-se o tiro,
e,assim, a concessão para que alguém,
morra ou nasça,
morra ou nasça,
como herói ou vilão.
Não nos importa a alcunha...
Não nos importa a alcunha...
Simplesmente, o vemos cair,
entre ,comemorações eufóricas,
gritos,aplausos e
risos.
E, claro,
haverão sempre,
outros alvos a serem derrubados...
Mas, bandeiras já foram hasteadas,
e talvez,transformem em feriado...
É sempre o mesmo pão e circo, meu caro.
[Nada além disso.
Alguém tem que ser Mal e outro tem que ser Bem, mas nem sempre eles correspondem ao seu rótulo.
ResponderExcluirGostei do título que bem cabe a idéia do poema.
tive idéias parecidas com esta do texto eu acho. ate escrevi algo depois vou postar até,mas sem duvida ficou muito legal seu poema e eu gostei,como sempre
ResponderExcluirMas as pessoas na sala de jantar....
ResponderExcluir.... não estão nem aí!
Achei seu blog por acaso.
ResponderExcluirGostei muito de suas reflexões.
Já que pede provocações...e uma vez que suas relexões me provocaram, peço, se pude, escrever algo sobre a comodidade, da capacidade que temos de permanecermos dentro da caverna.