domingo, 17 de abril de 2011

Escrevendo e apegado,
queria mesmo era apagar-me a consciência.

Do tudo e do nada,
que pensei hoje,
restou-me apenas a sensação ,
de inconsciência,
ou qualquer coisa, meio-amarga e apagada assim.

Do nada e do tudo que fiz hoje,
acorda-me,
um quase sonho.

Sei lá o que estou dizendo...É vago,simplesmente,muito vago.

Do tudo e do nada,
que senti hoje...O que me ficou?

...Tenho certa preguiça para inventários.

Fiquemos,então,assim:
Em nada, por nada, para nada.
Versados em um meio-poema,
de escrita nenhuma.
                          [Apagado e...

5 comentários:

  1. fALANDO SÉRIO, GOSTEI DO POEMA, MAS NÃO ENTENDI MUITO O QUE VOCE QUIS DIZER COM ELE, ALÉM DA COMPLEXIDADE QUE HÁ ENTRE O TUDO E O NADA; ALGO REALMENTE FILOSOFICO E SEM DÚVIDA POÉTICO, MAS NÃO FICOU MUITO CLARO PRA MIM.

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  2. Nada é o que não pode ser apreendido, é o tudo, que é o rizoma. E o tudo não é o todo.

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  3. O tudo e o nada se contradizem de tal forma que às vezes temos tudo e parecemos não ter nada, e às vezes não temos nada e parecemos termos tudo.

    E entre o nada e o tudo, prefiro ficar com o que me faz feliz.

    Grande Abraço.
    Bons Ventos!

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  4. O que se pensa hoje, aproveita-se amanhã. E o que te aparece e parece como vago; tem espaço em alguém. Inventários: fazem os versos que sobram em ti.
    Talvez, meu comentário soe pretensioso, clichê,e sei lá mais o que ... Mas é assim que penso, é só assim que sei dizer.

    Beijo no coração.

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